laboratório de imunoquímica​

 

 Editor de Conteúdo ‭[1]‬

 
​​​responsável pela unidade

Denise Vilarinho Tambourgi – denise.tambourgi@butantan.gov.br

pesquisadores da unidade
Carla Cristina Squaiella – carla.baptistao@butantan.gov.br

Fábio Carlos Magnoli – fabio.magnoli@butantan.gov.br
Fernanda Calheta Vieira Portaro – fernanda.portaro@butantan.gov.br
Giselle Pidde Queiroz – giselle.queiroz@butantan.gov.br
Jorge Mário da Costa Ferreira Jr. – jorge.ferreira@butantan.gov.br
Osvaldo Augusto Brazil Esteves Sant’Anna – osvaldo.santanna@butantan.gov.br
Wilmar Dias da Silva – wilmar.silva@butantan.gov.br

objetivo geral da unidade
O Laboratório de Imunoquímica desenvolve estudos com o objetivo de isolar e caracterizar componentes de venenos animais e seus respectivos modos de ação, a fim de estabelecer as bases para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais eficientes para os envenenamentos. Neste sentido, tem avaliado, em particular, o papel do Sistema Complemento na patogênese dos envenenamentos. Além disso, tem analisado a resposta imune humoral a toxinas animais e de microrganismos e desenvolvido estudos para a produção de antissoros neutralizantes. Dessa forma, o grupo tem investigado e gerado conhecimento relevante sobre aspectos da imunidade inata e adquirida, sobre apresentação antigênica, imunogenicidade, antivenenos e vacinas.

linhas de pesquisa

  1. 1.   Interações de toxinas animais e de microrganismos com o Sistema Complemento, células imunes e inflamatórias

Informações concernentes a ativadores/inativadores do Complemento de mamíferos presentes em venenos animais, bactérias, fungos e parasitas vêm sendo acumuladas. O isolamento e a caracterização de componentes de venenos animais, com ação sobre o sistema Complemento, são importantes não só para o estudo desse sistema, mas também para a compreensão das reações locais/sistêmicas que ocorrem nos envenenamentos e infecções.

  1. 2.   Desenvolvimento de novos soros antivenenos e análise do potencial neutralizante

O Laboratório de Imunoquímica tem analisado a resposta imune humoral a componentes de venenos e desenvolvido estudos para a produção de antissoros neutralizantes.

  1. 3.   Mecanismos moleculares envolvidos na patogênese do envenenamento por espécies de aranhas Loxosceles

A picada de aranhas do gênero Loxosceles induz a uma variedade de efeitos biológicos incluindo dermonecrose e hemólise dependente de Complemento. No Brasil, mais de 5.000 casos de envenenamento por Loxosceles são registrados a cada ano, concentrados principalmente na região Sul, onde predominam as espécies L. intermedia L. laeta. O Laboratório de Imunoquímica elucida os mecanismos moleculares envolvidos na gênese das reações locais e sistêmicas induzidas pelo veneno dessas aranhas, contribuindo para a construção das bases científicas para terapêuticas mais eficientes para o tratamento do loxoscelismo. 

  1. 4.   Caracterização imunoquímica e funcional das toxinas de venenos animais

A cada ano, são reportados no Brasil grande número de casos de envenenamento por animais peçonhentos. Devido à falta de entendimento sobre o mecanismo de ação de alguns venenos, o tratamento, às vezes, não está disponível. A caracterização bioquímica e funcional dos componentes ativos dos venenos auxiliará o desenvolvimento de terapias mais adequadas. O objetivo destes estudos é isolar componentes e caracterizar os mecanismos moleculares da ação das toxinas de venenos animais. 

  1. 5.   Resistência adquirida a infecções. Estudos sobre a imunogenicidade de venenos e toxinas animais, de vacinas virais e bacterianas. Genética da tolerância e imunossupressão

Em seus aspectos mais abrangentes, persistem várias lacunas quanto ao entendimento das relações entre patógenos e hospedeiros, bem como sobre a resposta imune a antígenos virais, bacterianos e de parasitas. Assim, o Laboratório de Imunoquímica realiza estudos sobre: a influência da hsp65 de Mycobacterium leprae em processos autoimunes; a aplicabilidade da sílica, como adjuvante; o efeito supressor de uma proteína do veneno da serpente Lachesismuta, além de estudos sobre as ações de toxinas virais e bacterianas em linhagens celulares definidas, e sobre células do sistema imune inato e/ou adaptativo. Também são desenvolvidos modelos experimentais a vacinas dirigidas a patógenos como Vírus Rábico e Hepatite B, entre outros.

 

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